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PASCHOAL CARLOS MAGNO

ID: h1560 Categoria: Autores Date : Tuesday 5th October 2021 9:00:00 pm Tipo : Image / Photo

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Resenha

PASCHOAL CARLOS MAGNO (74 anos)    

 

Paschoal Carlos Magno                                    

 

(Rio de Janeiro/RJ, 13 de janeiro de 1906)                     

(Rio de Janeiro/RJ, 24 de maio de 1980).

 

Paschoal Carlos Magno foi um ator, poeta, produtor, autor, diretor, crítico, escritor, dramaturgo e diplomata brasileiro com atuação em teatro e TV. Paschoal Carlos Magno é tio do ator Armando Carlos Magno. Paschoal Carlos Magno foi também vereador pelo antigo Distrito Federal e, no governo Juscelino Kubitschek ocupou a função de “Chefe de Gabinete”. Paschoal Carlos Magno é considerado um dos renovadores do teatro brasileiro, sendo responsável, por exemplo, pela criação no país da função de diretor teatral.  Formado em Direito pela Faculdade de Direito da cidade do Rio de Janeiro, o depois embaixador Paschoal Carlos Magno foi o idealizador e fundador do Teatro do Estudante do Brasil, que levou a criação do “Teatro Duse”, também no Rio de Janeiro. Com Abdias do Nascimento ajudou a fundar o “Teatro Experimental do Negro” e como vereador perante a “Camara Municipal” do Rio de Janeiro ajudou muito as artes dramáticas e a Cultura carioca. Paschoal Carlos Magno criou o “Festival Shakespeare”, encenando os mais conhecidos títulos do célebre autor inglês, e depois criou o “Festival Nacional de Teatros de Estudantes” que durou seis anos na capital pernambucana. Paschoal Carlos Magno criou a “Aldeia de Arcozelo”, onde hoje funciona o “Centro Cultural Paschoal Carlos Magno”. Critico de teatro do jornal “Correio da Manhã” por décadas, Paschoal Carlos Magno foi vice- presidente da “SBAT”. Ao completar setenta anos, Paschoal Carlos Magno foi homenageado pelo escritor Carlos Drummond de Andrade com uma crônica publicada no “Jornal do Brasil”, nela, o poeta comenta: por sua vida curtida e generosa, hoje devia ser feriado nacional. No teatro são de Paschoal Carlos Magno as peças “Torrente”, “Pierrot”, “O Brasil é Nosso”, “Tomorrow Will Be Different” (Londres), “Seremos Sempre Crianças”, “Berenice” e “Amanhã Será Diferente”. Paschoal Carlos Magno dirigiu e produziu as peças “Carlota Joaquina”, “Terra Queimada”, “Treze Degraus Para Baixo”, “Tropeiros” e Fedra” e produziu as peças “MacBeth”, “Otelo” e “Romeu e Julieta” no “Festival Shakespeare” e as peças  “Sonhos de Uma Noite de Verão”, “A Revolta dos Brinquedos”, “Antígona”, “Auto da Cananéa”, “Auto da Mofina Mendes”, “Édipo Rei”, “Espectros”, “Hécuba”, “O Noviço”, “Romeu e Julieta”, “Três Autos”, “A Volta”, “Põe Dinheiro do Bolso, Rodrigo”, “Romance de Colegial”, “Hécuba” e “O Preço da Paz”. Na TV, Paschoal Carlos Magno fez a adaptação do episódio “Moça, Flor, Telefone” da série “A História da Semana” para a TV Rio. Paschoal Carlos Magno escreveu a autobiografia “Não Acuso Nem Me Perdôo”. Paschoal Carlos Magno morreu de coma diabético e broncopneumonia.   

                     

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