Adilson Espírito Santo de Barros
(Sorocaba/SP, 26 de outubro de 1949)
(São Paulo/SP, 11 de novembro de 1997).
Adilson Barros foi um ator brasileiro, diretor e professor de teatro brasileiro formado pela "Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo - EAD/USP" com atuação em cinema, teatro e TV. Adilson Barros foi UM dos criadores do grupo de teatro experimental “Pessoal do Victor”. Adilson Barros começou no teatro e fez grandes peças como “Apenas Uma Mulher de Negócios”, “Na Carreira do Divino” e “Feliz Ano Velho” pelo qual ganhou o “Troféu Mambembe”. Barros foi para o cinema num pequeno papel de um poeta em “Flor do Desejo”. Veio a se consagrar nas telas dois anos depois ao defender o principal papel do filme “A Marvada Carne” de André Klotzel, o ingênuo e divertido (Nhô Quim), um personagem que era uma espécie de Mazzaropi moderno. Ainda no cinema, Adilson Barros participou de “Kuarup” e “Capitalismo Selvagem”. Na televisão, Adilson Barros fez apenas TRÊS novelas. “Brasileiras e Brasileiros” no SBT e "Fera Radical" (o caminhoneiro Jorjão) e “O Rei do Gado” (motorista da fazenda) na TV Globo. Adilson Barros foi professor de artes cênicas na "Universidade Estadual de Campinas - Unicamp". Adilson Barros morreu vítima de complicações decorrentes da AIDS.